Entrevista com Gerson Marcato


Passando por Jaguapitã, agendamos uma entrevista com o comerciante Gerson Luiz Marcato. Nos encontramos no Restaurante do Bolinha onde, em meio a boa comida, conversamos sobre vários assuntos. Gerson é dessas pessoas de bom papo, sangue bom e muito fácil de simpatizar.

Ele nasceu em Rolândia, em outubro de 1965, é casado com Márcia Andrade Marcato a cerca de 28 anos. Dessa união, tiveram os filhos Rômulo, Emanuel e Maria Clara. Reside em Jaguapitã desde 82, cidade que adotou no coração. Atualmente cursa Gestão Pública na Unopar e, como ele diz, “desde que me conheço por gente, sou fotógrafo. Cheguei a ter quatro lojas, mas com o advento do celular e das máquinas digitais, o mercado mudou muito e rapidamente. Vou manter o foto, mas estou investindo no ramo de alimentação”, explicou.

Gerson nunca havia sido candidato a nenhum cargo político. Anteriormente recebeu vários convites, mas não se achava preparado. Em 2016, um grupo de companheiros se dispôs ajudar o município que vinha atravessando momentos de turbulência, devido uma administração inconsequente e autoritária. Com uma equipe para lhe dar suporte, Gerson decidiu aceitar a missão de tentar mudar a política em Jaguapitã. “Em cada setor, eu sabia que existiriam pessoas que pensavam igual a mim. Senti esse apoio e por isso aceitei o desafio. Tenho sentido o carinho das pessoas nas ruas e isso me deixa feliz. Esse apoio vem aumentando a cada dia. De um tempo para cá venho recebendo ataques pessoais, ataques à minha famílias e amigos. Esse é problema da política suja, que acaba afastando as pessoas sérias que poderiam participar da política. Faltam dois anos e meio para as eleições e eles estão me atacando. Porque será? ”, indaga Gerson.

Sobre os planos para Jaguapitã, Gerson é direto: “Emprego! É o problema número 1 de nossa cidade”, disse sem relutar. O parque industrial não tem infraestrutura e não tem vagas nas creches para as famílias deixarem seus filhos para trabalharem. Se a gente chegar lá, penso em criar um novo parque industrial, melhorar a estrutura do que já existe e resolver o problema das centenas de vagas em creches. Vamos priorizar o comércio, que é um gerador de empregos e que não tem tido apoio do poder público. Precisamos organizar o trânsito, resolver a sinalização das vias públicas”, afirmou.

Gerson também tem planos para a saúde pública e pretende implantar escola em tempo integral. Moradia também está nos seus planos. “Não adianta falar que vai construir 1.000 casas. É uma irresponsabilidade oferecer moradias sem infraestrutura, sem emprego para o cidadão pagar as prestações, sem saúde para a família, sem educação para os filhos, sem creche para os mais novos. Uma coisa leva a outra e a gestão deve ser feita de forma interligada. Governar para as pessoas e não para o seu ego e de seus cupinchas”, alfinetou.


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