Primeiro de Maio lidera produção de pimenta doce no Paraná

Primeiro de Maio é líder paranaense na produção de pimenta doce. Em 2020, a cidade produziu 700 toneladas, o cultivo da herbácea ocupa área de 20 hectares e é responsável por 1% de tudo o que Primeiro de Maio produz no campo. Os dados são da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento.

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou a importância do cultivo da pimenta doce ou americana para a economia e o agronegócio de Primeiro de Maio, e ainda responsável por R$ 2,5 milhões do Valor Bruto de Produção. “O agronegócio paranaense vai bem em todos os sentidos. No caso de Primeiro de Maio, a pimenta doce aquece a economia e, aliada ao turismo, atrai empreendedores interessados em investir em pratos típicos que caem na boca e no gosto dos turistas que visitam a região”, avalia.

A pimenta doce é rica em vitamina C e os efeitos sobre a saúde se destacam pela ação anti-inflamatória, antimicrobiana e anticancerígena. Outro produto importante para o agronegócio regional é o pimentão, que ocupa 15,2 hectares e rende VPB de R$ 936,6 mil em Primeiro de Maio, com produção de 549 toneladas.

Romanelli lembra que Primeiro de Maio é também um dos municípios paranaenses que tem despertado o maior potencial turístico do Paraná. O resort do Hard Rock Café, que está em construção na cidade, tem previsão para ser inaugurado ainda esse ano. “O cenário de cartão postal de Primeiro de Maio, com as suas belezas naturais e o Hard Rock Café agora tem um novo conteúdo, com a pimenta doce utilizada na culinária local e regional”, observa o deputado.

Segundo ele, é da produção rural que muitas famílias sobrevivem e ainda geram dezenas de empregos. “Outros produtos, como berinjela, vagem, abobrinha, jiló também ajudam, mas é a pimenta doce que apresenta os melhores resultados para a economia e a geração de emprego e renda em Primeiro de Maio”, disse Romanelli.

São 20 hectares dedicados a cultura da Pimenta Doce em Primeiro de Maio. Em 2020 foram produzidas 700 toneladas. Foto: José Fernando Ogura/AEN.
Foto: José Fernando Ogura/AEN
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